Para compor o cenário da cozinha mineira, é preciso um fogão a lenha. Afinal, quem frequenta restaurantes dedicados a essa culinária sabe que estampar “comida feita no fogão a lenha” na entrada funciona como um “selo de garantia”, um atestado que ali de pratica uma culinária verdadeira.
Mas, na prática, o que faz do fogão a lenha algo tão especial? Essa questão pode ganhar contornos espinhosos, colocando frente a frente visões mais tradicionalistas e outras mais iconoclastas. Seja qual for o seu lado, o impasse ainda permanece.
Para dar contornos mais nítidos à questão, a Verdemar em revista 28, dedicada à cozinha mineira, abordou o tema. Confira um trecho da matéria:
Em seu livro Diário de Olivier, Olivier Anquier, um entusiasta do fogão a lenha, revela sua ressalva quanto a mudanças no sabor. “É verdade que existe toda uma lenda ao redor do fogão a lenha e sobre o sabor da comida que ele proporciona… bom, vou dizer francamente, não muda nada se não houver competência no preparo da comida. Mas é verdade que, talvez, o prazer de cozinhar em um fogão desses, com certeza, acabe por mudar o gosto final dos pratos”.
E você, o que acha dessa questão? Mande um email para blogrevistaverdemar@tangiranda.com.br e compartilhe sua opinião conosco. Não se esqueça e conferir na Verdemar em revista 28 a matéria completa!

Atrás apenas da laranja, a banana é a segunda fruta de maior produção no Brasil. O que pouca gente conhece é que, escondido em meio aos cachos amarelos, fica uma iguaria muito consumida no campo: o umbigo de banana.






